terça-feira, 17 de setembro de 2013

choque de asteróide com a terra em 2036

Asteróide Apophis: choque em 2036 com a Terra

asteróide Apophis, de 390 metros de comprimento, oferece a ameaça mais real e presente ao planeta Terra. Daqui a dezoito anos, em 2029, o asteróide Apophis deve passar a 30 000 quilômetros da Terra – menos de um décimo da distância que separa nosso planeta da lua. O Apophis, nome do deus egípcio do caos e da escuridão, vai passar tão perto que a gravidade vai lhe dar um puxão, o que pode colocá-lo em rota de colisão com a Terra em sua próxima passagem, em 2036. Leia abaixo mais informações sobre o asteróide Apophis.
O que fazer contra o asteróide Apophis
As estratégias para evitar um choque d o asteróide Apophis com a Terra, porém, envolvem enormes desafios tecnológicos e logísticos para os quais, admitem os astrônomos, não estamos preparados. Uma possibilidade é lançar artefatos nucleares capazes de destruir o asteróide Apophis enquanto ele ainda se encontra longe da Terra, para evitar que os fragmentos venham em nossa direção. Outra ideia é desviar o asteróide Apophis perfurando-o com sondas espaciais, empurrando-o com a pressão exercida por lasers gigantes ou detonando bombas em suas laterais. A verdade é que não se sabe se missões como essas seriam bem-sucedidas. Ainda somos indefesos diante das rochas espaciais, como o asteróide Apophis, que vagam pela vizinhança.
Asteróide Apophis 2036
Foto do Asteróide Apophis (2036) - Apophis significa o nome do deus egípcio do caos e da escuridãoA colisão do asteróide Apophis com a Terra em 2036Se o asteróide Apophis colidir com a Terra abrirá uma cratera de 1 quilômetro de diâmetro e causará terremotos e tsunamis em um raio de 2,8 quilômetros. Todas as construções a 5 quilômetros do impacto seriam destruídas, árvores em um raio de 30 quilômetros seriam arrancadas e o tremor quebraria janelas e faria tombar automóveis a 80 quilômetros de distância do local do impactoLeia a seguir trechos da reportagem publicada na Revista Veja em 09/10/11 sobre o risco do o asteróide Apophis e outros colidiram com a Terra. E, depois visite o site em inglês do asteróide Apophis para conferir mais detalhes.Reportagem da VEJA sobre o asteróide ApophisUm grupo de astrônomos americanos anunciou os mecanismos de uma das mais imprevisíveis ameaças à vida na Terra — a queda de grandes asteróides.Em 1908, um desses pedregulhos que viajam pelo espaço, e têm sua rota alterada pela gravidade do Sol e dos planetas, explodiu a 5 quilômetros do solo sobre uma área inóspita da Sibéria. Seus fragmentos aniquilaram 80 milhões de árvores e devastaram uma área de 2 150 quilômetros quadrados, o dobro do tamanho da cidade de Nova York. O mundo não está livre de que desastres como esse se repitam. Caso um asteróide como o da Sibéria, com 60 metros de diâmetro, caia sobre urna cidade grande, o resultado será uma tragédia de proporções incalculáveis. O feito dos astrônomos americanos, ligados à Nasa, foi realizar um recenseamento de 90% dos asteróides localizados numa região que se estende a 195 milhões de quilômetros da Terra, e que potencialmente poderiam um dia se chocar com nosso planeta.
O censo da Nasa revela que há 19.500 asteróides de tamanho médio (de 100 metros a 1 quilômetro de comprimento) e 981 grandes (com mais de 1 quilômetro) nas proximidades da Terra. Esses corpos celestes foram localizados entre janeiro de 2010 e fevereiro deste ano por telescópios equipados com detectores de luz infravermelha. Esse tipo de equipamento enxerga mesmo as rochas escondidas em áreas escuras do cosmo e que são invisíveis para os telescópios convencionais. Disse a VEJA a astrofísica Amy Mainzer, que chefiou o projeto da Nasa: “Calculamos a trajetória dos asteróides durante os próximos 100 anos e agora somos capazes de saber, com três décadas de antecedência, se algum deles pode entrar em rota de colisão com nosso planeta”.
Há sete anos, os cientistas identificaram um asteróide que pode colidir com a Terra em 2036. Batizado deApophis, o asteróide tem o tamanho aproximado do Empire State Building, em Nova York. Recentemente, descobriu-se outra rocha espacial, de 140 metros, que oferece risco de colisão em 2040. Diariamente a Terra é bombardeada por milhares de pedregulhos, mas de tamanho muito pequeno, que se desintegram ao cruzar a atmosfera. O que se teme é o choque com uma pedra de tamanho médio ou grande. O tenente-coronel da Força Aérea americana Lindley Johnson, que dirige o departamento da Nasa responsável por observar objetos celestes nas proximidades, disse a VEJA em entrevista: “Um asteróide de 1 quilômetro de diâmetro teria efeitos globais devastadores. Criaria uma nuvem de poeira que cobriria toda a Terra e tamparia o Sol, dificultando a sobrevivência de plantas e animais. Mesmo uma pedra de 100 metros de extensão causaria muitos estragos. Poderia destruir, por exemplo, a ilha de Manhattan”.
Embora o censo do cosmo tenha detectado a maior parte dos asteróides de médio e grande porte, aqueles com menos de 100 metros de extensão passaram praticamente despercebidos por ele. A Nasa admite que pode haver milhões deles no sistema solar e que é real a ameaça de que um despenque sobre uma cidade, destruindo-a. “Saber da aproximação deles com antecedência ao menos nos dá a chance de tomar medidas para tentar desviá-los do caminho”, diz a astrofísica Amy Mainzer.

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